Eficiência na Aplicação Aérea
A perfeição e a suavidade das curvas levam à boa execução do “tiro”, bem como a entrada e saída, de maneira idêntica que um tráfego bem feito precede a um bom pouso, durante a curva, mesmo os melhores pilotos agrícolas devem estar cientes dos perigos que podem espera-lo. O peso total, vento, altitude e densidade, tudo isso tem efeito no desempenho da aeronave durante as curvas. Entretanto, uma boa técnica pode prevenir quase todas as situações adversas que possam ocorrer. A maioria dos aviões agrícolas carregados voam muito próximo de sua velocidade de perda durante as curvas, isso exige do piloto uma grande dose de habilidade e percepção. Deve-se dar a devida atenção à velocidade na qual o piloto pode executar as curvas ou “balões”. Eles sabem que não estão “faturando” quando não estão aplicando o produto, entretanto muitos acidentes com a aviação agrícola estão associados com perdas e parafusos nos “balões”. O piloto tenta fazer os balões rapidamente e “estola” o avião durante a curva.
A verdadeira medida de um piloto não é o tempo que ele pode executar o balão, mas, o tempo mais rápido que ele pode executar com segurança. Dependendo da área que está sendo tratada um piloto poderá fazer até quinhentas curvas em um dia, se ele demorar cinco segundos a mais em cada curva a segurança aumentará, ao fim do dia a diferença do tempo será pequena. Em geral, é bastante duvidoso se os poucos segundos que possam ser economizados ao fazer curvas mais apertadas valem a pena pela redução da segurança do vôo. Uma velha regra se aplica a todos os vôos, certamente se aplica aos pilotos: nunca exceder os limites da aeronave, se o piloto seguir essa regra o vôo será positivamente seguro.
A perfeição e a suavidade das curvas levam à boa execução do “tiro”, bem como a entrada e saída, de maneira idêntica que um tráfego bem feito precede a um bom pouso, durante a curva, mesmo os melhores pilotos agrícolas devem estar cientes dos perigos que podem espera-lo. O peso total, vento, altitude e densidade, tudo isso tem efeito no desempenho da aeronave durante as curvas. Entretanto, uma boa técnica pode prevenir quase todas as situações adversas que possam ocorrer. A maioria dos aviões agrícolas carregados voam muito próximo de sua velocidade de perda durante as curvas, isso exige do piloto uma grande dose de habilidade e percepção. Deve-se dar a devida atenção à velocidade na qual o piloto pode executar as curvas ou “balões”. Eles sabem que não estão “faturando” quando não estão aplicando o produto, entretanto muitos acidentes com a aviação agrícola estão associados com perdas e parafusos nos “balões”. O piloto tenta fazer os balões rapidamente e “estola” o avião durante a curva.
A verdadeira medida de um piloto não é o tempo que ele pode executar o balão, mas, o tempo mais rápido que ele pode executar com segurança. Dependendo da área que está sendo tratada um piloto poderá fazer até quinhentas curvas em um dia, se ele demorar cinco segundos a mais em cada curva a segurança aumentará, ao fim do dia a diferença do tempo será pequena. Em geral, é bastante duvidoso se os poucos segundos que possam ser economizados ao fazer curvas mais apertadas valem a pena pela redução da segurança do vôo. Uma velha regra se aplica a todos os vôos, certamente se aplica aos pilotos: nunca exceder os limites da aeronave, se o piloto seguir essa regra o vôo será positivamente seguro.












